A Seleção Brasileira deixou o Maracanã com aplausos e confiança renovada. No último compromisso em casa nas eliminatórias, o time comandado por Carlo Ancelotti superou o Chile com autoridade, vencendo por 3 a 0 e mostrando por que continua sendo uma das maiores forças do futebol mundial.
O brilho da juventude
A noite marcou um momento especial para Estêvão. O jovem atacante, recém-contratado pelo Chelsea, fez seu primeiro gol com a amarelinha em sua sexta partida oficial. Aos 37 minutos do primeiro tempo, ele aproveitou um rebote de Raphinha e, com uma bicicleta plástica, abriu o placar para o delírio da torcida.
Controle absoluto, apesar da marcação
Desde os minutos iniciais, o Brasil deixou claro que ditaria o ritmo. Casemiro até chegou a balançar as redes aos quatro minutos, mas o gol foi anulado por impedimento. A forte marcação chilena limitava as chances, mas a paciência e o toque refinado da equipe de Ancelotti prevaleceram até a jogada decisiva que colocou os brasileiros na frente.
Polêmicas e defesas decisivas
O primeiro tempo ainda reservou polêmicas. Maripán chegou a ser expulso, mas o VAR corrigiu a decisão, revertendo a jogada. Já nos acréscimos, Paulo Díaz obrigou Alisson a uma defesa espetacular após cobrança de falta, mostrando que o goleiro segue sendo uma muralha confiável sob as traves.
O dedo de Ancelotti
No segundo tempo, a genialidade do técnico Carlo Ancelotti ficou evidente. As substituições mudaram o jogo: aos 26 minutos, Luiz Henrique fez bela jogada individual e cruzou para Lucas Paquetá, que retornava à seleção, marcar de cabeça. Quatro minutos depois, novamente Luiz Henrique desequilibrou, invadiu a área e forçou defesa de Vigouroux; Bruno Guimarães aproveitou a sobra e fez o terceiro.
Seleção fortalecida e pronta
O triunfo no Maracanã não foi apenas mais uma vitória. Foi a demonstração de um time cada vez mais ajustado e confiante sob o comando de Ancelotti. A mescla entre juventude e experiência deu resultado, e a Seleção Brasileira mostrou que tem talento, disciplina e liderança para chegar à Copa do Mundo com a força de sempre — e, quem sabe, escrever um novo capítulo dourado na sua história.















